Um representante dos trabalhadores no CAD ou apenas um 'tapa buraco'?

Conforme consta no segundo parágrafo do artigo 12 do Estatuto Social da Sanepar, “integrará obrigatoriamente o Conselho de Administração, um empregado da Companhia, na condição de titular, e outro na condição de suplente”. Considerando tal obrigatoriedade de se ter um trabalhador dentro do CAD, o que você, enquanto empresa 'amiga' dos acionistas faria? Certamente, tentaria preencher tal cargo com alguém que não fosse dar trabalho, que não fosse ficar 'pegando no seu pé' e te incomodando para atender as reivindicações trabalhistas, certo? Alguém que estivesse ali apenas para tapar o buraco que, obrigatoriamente, precisa ser preenchido por um trabalhador.

Itaú é condenado em R$ 21 milhões por reduzir as férias dos funcionários

O Itáu Unibanco foi condenado em R$ 21 milhões pela 5ª Vara da Justiça do Trabalho de Florianópolis por dano moral coletivo por não permitir que os funcionários tirem 30 dias de férias, exigir horas extras em número superior ao limite legal e cortar intervalos.

ACT 2014-2015: de algumas coisas a gente não abre mão!

Morosidade. É sempre essa a palavra que impera durante o processo de negociação com a Sanepar. A nossa data-base já 'estourou' faz tempo e até agora nada da proposta do ACT 2014-2015. Só isso já bastaria para explicar o descontentamento geral dos trabalhadores em relação à diretoria da empresa. Mas, além disso, a Sanepar insiste em dizer que é impossível atender todos os itens da nossa pauta de reivindicações. Tudo bem. Não que isso seja uma 'novidade' para nós, não é mesmo?

Eleições do CAD da Sanepar: conheça o melhor representante para os trabalhadores!

Este mês, os saneparianos têm uma missão muito difícil pela frente: eleger um trabalhador digno de ser o seu representante junto ao Conselho de Administração da Sanepar. Mais precisamente no dia 23 deste mês, vocês poderão votar entre os 13 candidatos ao cargo de representante dos trabalhadores no CAD.

Empresa de Correios e telégrafos é condenada a pagar indenização de R$ 300 mil por dano moral

A 3ª Turma Tribunal Regional do Trabalho do Ceará condenou a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) a pagar indenização por dano moral de R$ 300 mil ao Fundo de Amparo ao Trabalhador. Os desembargadores julgaram que a empresa não tem zelado adequadamente pela segurança dos empregados de agências com o serviço de Banco Postal.

Embraer é condenada em R$ 3 milhões por terceirização

A Embraer foi condenada em R$ 3 milhões pela 3ª Vara do Trabalho de Araraquara por manter trabalhadores terceirizados em condições precárias de trabalho dentro de fábrica na cidade de Gavião Peixoto, interior de São Paulo.

Executivo propõe salário mínimo de R$ 779,79 na LDO de 2015

O governo federal prevê salário mínimo de R$ 779,79 para 2015, o que significa um aumento de 7,71% em relação aos R$ 724 atuais. O dado foi divulgado nesta terça-feira (15) em coletiva dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, sobre os principais pontos da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2015, entregue hoje ao Congresso. A proposta chega sem as regras do orçamento impositivo.

Sanepar dispensa licitação e faz contrato de R$ 23 milhões

A Sanepar contratou duas empresas de segurança privada em caráter emergencial, por até seis meses, com dispensa de licitação. A Embrasil ficou com um contrato que pode valer até R$ 18,8 milhões, caso chegue aos seis meses permitidos pela atual autorização. A Empresa Auxiliar de Segurança ficou com o segundo lote do contrato, que poderá ser de até R$ 4,4 milhões. A informação consta do Diário Oficial do Comércio, Indústria e Serviços da última sexta-feira, dia 11.

Empregada acusada de desviar dinheiro será indenizada

Acusar empregado de desvio de dinheiro da empresa sem a necessária cautela evidencia abuso do direito do empregador no exercício do poder disciplinar e gera o dever de indenizar. Com base nesse entendimento, a Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a recurso de embargos da Ypioca Agroindustrial Ltda., que terá que pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais a uma empregada.

Empresa pagará horas extras por não apresentar cartões de ponto

A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) foi condenada ao pagamento de horas extras por não apresentar as folhas de frequência de uma empregada que requereu a verba. A Coelba chegou a afirmar que a jornada realizada pela trabalhadora era diferente do que ela havia afirmado. Mas a Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho entendeu que a não apresentação dos controles de frequência gerou a presunção da veracidade da jornada informada.

Trabalhadora obtém estabilidade após nascimento do filho

A 5ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) concedeu indenização a uma atendente que ajuizou ação pleiteando o direito somente três meses após o nascimento do filho. O pedido foi por conta da estabilidade devida à gestante, desde a dispensa até cinco meses após o parto. Para a Turma, a demora no ajuizamento da ação não afasta o direito da gestante de receber a indenização de todo o período estabilitário, "desde que respeitado o prazo prescricional."

Rebaixamento de função gera indenização por danos morais

A 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ) negou provimento ao recurso da Associação Congregação de Santa Catarina Hospital São José, garantindo uma indenização de R$ 12 mil a enfermeira auditora por assédio moral sofrido, ante o rebaixamento da função exercida.

Consórcio é processado por falta de pagamento de horas de percurso

O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Uruguaiana (RS) processou o Consórcio Operação PPV em R$ 1 milhão por danos morais coletivos. A empresa, que administra o posto de pesagem veicular do Km 710 da BR-290, no território do município, é acusado de não pagar o período de deslocamento dos empregados até o local de trabalho, fora do perímetro urbano e de difícil acesso.